Domingo, 8 de Abril de 2012

Viagem de Pascoa 2012

Depois de uma curta saída de fim de semana, para confirmar se estava tudo em ordem que nos permitisse começar a temporada de 2012, decidimos fazer a nossa viagem de Pascoa, por terras de Trás os Montes e da Galiza.
Mas falando ainda desse fim de semana, poderia dizer que parecia estar tudo bem até que a mecânica, revelou que não era bem assim e... um problema na caixa de velocidades cujo arranjo me deixou sem ter dinheiro para a tinta do que poderei aqui escrever.
Mas já está tudo “au point” e lá viemos nós laureal a povide
Ainda bastante cansado de ter andado a saltar de troço para troço no rali de Portugal, rumamos a Vila Velha de Rodão para apanharmos os restantes passeantes (os meus pais),  e, em troca de impostos que poderíamos deixar em Portugal para ajudar a superar a crise, fomos deixar-los em Espanha por alguns litros de combustível 0,12 €/l mais barato que do lado de cá. Começamos o passeio propriamente dito em Almeida






Depois Castelo Rodrigo




corremos a estrada ao longo do Douro internacional




e subimos ao “Penedo Durão” (N 41º 02’ 48; W 6º 49’ 08) para apreciarmos a paisagem de nos despedirmos do Douro



rumo a Freixo de Espada à Cinta





Acabarmos o dia a dormir junto ao Tribunal de Vimioso em uma noite bem tranquila, num local tranquilo e bastante sossegado.
Depois Rio de Onor




Para dormir escolhemos na área de Chantara - N 42º 36´21; W 7º 46’ 47 (área bem sossegada, com sanitários limpos e bem cuidados) e só foi pena não haver mais companheiros.
O terceiro dia de viagem foi dedicado a Santiago Compostela.
  



De dica poderei dizer que parei na área Milladoiro que foi fácil encontrar e tem o bom aliciante de ter um autocarro directo para a cidade – cerca de 6Km e 1,40 € de bilhete – o que facilitou bastante a nossa visita; pena foi que o tempo estivesse para chuviscos e bem frio.

Aproveitando uma restea de dia, decidimos fazer-nos à estrada e vir para a área de Boiro (N 42º 38’ 29; W 8º 53’ 48) onde encontramos bastantes companheiros, sobretudo espanhois.


Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

Caminho de regresso - 2ª parte

20 e 21-08-2011


Chega de passeio.

Ainda cedo (8:10 horas) começamos a nossa viagem até Portugal, começando por encher o depósito de combustível da AC ao preço do Luxemburgo, e está de cruzar a fronteira com a França, para, procurando não pagar portagens, atravessar todo o país rumo a Bordéus e, posteriormente, a S. Sebastian em Espanha e Portimão em Portugal.

O facto de não querer pagar portagens em França não é factor facilitador da viagem por França, sendo certo que é uma forma, sem comparação, de conhecer as suas pessoas e a forma de estarem.

Desta forma não foi possível, chegar a local para além de Bordéus, o que seria muito conveniente para tornar o segundo dia de viagem um pouco mais curto; acabamos por ir dormir na mesma area de serviço onde tinhamos jantado na viagem de ida.

O segundo dia de viagem, sempre por AE, acabou por correr bastante bem, dado que não havia muito transito e as condições meteorológicas se mostravam bastante favoráveis: pouca, quase nenhuma, chuva, sem grandes calores e, de contra, apenas um pouco de vento nalguns troços.

Eram 20:00 estava a entrar em Elvas e, não fora o facto de termos decidido jantar à entrada de Portugal, acabaria por chegar a casa ainda a horas bem decentes; assim, já passava da meia-noite quando parámos e pudemos, finalmente, dormir a noite nas nossas “ricas” camas.

Cidade do Luxemburgo

19.08.2011


A cidade do Luxemburgo revelou-se uma decepção para nós.

Iniciamos a nossa visita com uma ida ao centro de turismo, onde nos deram um pequeno mapa com uma rota de visita aos principais locais da cidade, mas mesmo cumprindo, e indo a locais para além dos indicados, não houve nada que nos levasse a pensar que tinha valido a pena o pequeno desvio para aquelas bandas.

Salvou-se a estadia pelo facto de, finalmente, ouvirmos falar português, do que já tinhamos algumas saudades, quer no autocarro e quer nas ruas.

Ainda cedo regressamos ao camping, para elaborar a rota a seguir até casa e para podermos descansar um pouco, que os dois (e meio?) dias seriam, decerto, cansativos (e em especial para mim que teria de vir agarrado ao volante, enquanto que os maus acompanhantes poderiam se dedicar a outras actividades nomeadamente, se mais não fosse, a dormir um pouco.

Caminho de regresso – 1ª parte

18.08.2011


E o adeus aos países que cruzamos na vinda continuou.

Saimos da Legolandia pouco passava das 8:00 horas, para cruzarmos a Dinamarca, a Alemanha e chegarmos, finalmente, ao Luxemburgo; mais de 900 km, quase todos em auto-estradas, apesar de não serem de todo fáceis dado o enorme fluxo de pesados que circula nas auto-estradas da Alemanha.

Como a AC não desenvolve o mesmo que um carro, tive de procurar, como vem sendo hábito, encontrar um ponto de conciliação entre a velocidade dos pesados e a minha velocidade por forma a não ser ultrapassado e não ter de fazer demasiadas ultrapassagens, só que nas auto-estradas alemãs essa conciliação não é fácil; por diversos motivos chegam-se a juntar colunas de dezenas de camiões (mais de dez é frequente e cheguei a contar uma de 22 camiões), normalmente com o(s) da frente a andarem demasiado devagar, pelo que têm de se ultrapassar, mas fazê-lo numa coluna destas de AC….

Quase a terminar o dia, houve um alemão que não fez bem as contas para ultrapassar um pesado e pum!!! Enfiou-lhe uma marretada no canto traseiro esquerdo, que foi o suficiente para parar o transito na auto-estrada por um bom bocado, e fazer com quer chegássemos ao Luxemburgo(país) já noite escura (e sem bateria no habitáculo que tem sido um problema, infelizmente, frequente)

Legolandia

17.08.2011


Tal três crianças crescidinhas, estas três almas foram até à Legolandia.

Para se poder fazer uma comparação, diria que enquanto na Disney de Paris andam 10 adultos e crianças já bem crescidas e 4 ou 5 crianças pequenas, na Legolandia, pelo menos no dia de hoje, andam 8 crianças pequenas e/ou muito pequenas, acompanhadas de 8 adultos, seus pais, e 2 ou 3 adultos sem crianças, mas, tal como na Disney, as recordações de outros tempos, neste caso das construções de mil e uma coisas com peças de lego, é uma enorme atracão e, vêem-se enormes maravilhas feitas com muitos milhares, senão mesmo milhões, de peças de lego.

Para quem não gosta de atracções de grande adrenalina, como é o meu caso, é o parque ideal, dadas as suas diversões soft, que dão para apanhar uma molha mas pouco mais que isso.

Foi um dia calmo, bem passado e, por certo, para recordar como o fazemos das nossas visitas à Disney de Paris, e que deu para o Diogo comprar uma caixa para construção de uma nave da guerra das estrelas.

Copenhaga

16.08.2011


O caminho previsto para o dia de hoje não era de grande extensão: cerca de 300 Km e por auto-estrada.

Desta forma, e sem o contar aos meus acompanhantes, pensei rumar ao centro de Copenhaga e fazer uma curta paragem para que pudéssemos ter um cheirinho da capital da Dinamarca.

Apesar de ter de pagar estacionamento, não foi grande a dificuldade em deixar a AC bem perto do centro e dispusemos de 3 horas para percorrer alguns dos locais mais conhecidos, nomeadamente o palácio real, a zona do porto, umas ruas pedestres em zona comercial e, não podia deixar de ser, ver a pequena sereia que dá as boas vindas às embarcações.

Foi pouco tempo, para uma cidade que me pareceu merecer bastante mais, e onde terei de voltar num futuro próximo para conhecer melhor, mas onde desta vez não poderia dispor de mais tempo.

Depois de almoço (comido já depois de ter saído de Copenhaga) foi fazer o caminho que nos separava da Legolandia, que já sabia ficar a curta distancia de Billund na Dinamarca.

Quase sempre por auto-estrada (já que os últimos quilómetros são feitos por estrada) acabamos por ainda chegar relativamente cedo, pelo que fizemos o chek-in no camping, deu tempo para ir-mos passear para um centro comercial (eu diria parque de diversões coberto tal a diversidade de actividades que o mesmo encerra) que fica em frente ao camping, e fazer uma “jogatana” em família para passar um pouco do tempo antes de jantar.

Adeus à Noruega

15.08.2011
Chegou a hora de dizer adeus à Noruega, e o deus norueguês fê-lo sentir “chorando” intensamente durante toda a noite e todo o dia. De manhã foi quase preciso barbatanas para podermos sair da AC para irmos à casa de banho, tal era o encharcamento do terreno.

Mas teve de ser, não só porque a despesa já vai muito longa, como os morfes que trouxemos de Portugal já se estão a esgotar, há já algum cansaço no corpo dos vários dias a levantar mais cedo que o habitual e a caminhar bastante mais que o normal, e começa-se a aproximar o dia em que temos de voltar a prestar contas ao patrão.

Desta forma, e através de uma batalha enorme (mas mesmo muito grande) com a menina do GPS, fizemos-nos para a Suécia para virmos ter a Gotemburgo ( e isto porque ela queria que viéssemos até Oslo e só aí rumássemos à Suécia), e depois para Malmo.

Dando uso ao conhecimento que tinha adquirido na ida, quis ir dormir no mesmo sítio onde o tinha feito na ida, o que não foi tão fácil como pensava dado que, havia uma festa qualquer na zona e as ruas de acesso ao referido bairro estavam todas fechadas; a única solução foi fazer cerca de 200 ou 300 metros por um sentido proibido, mas consegui lá chegar e pernoitar.